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Falar sobre etiqueta social e suas regras muitas vezes gera confusão entre aquilo que aprendemos desde pequenos ou ouvimos falar e a maneira como as coisas funcionam na vida real. O mundo mudou muito rápido nos últimos tempos e, com isso, a forma de nos comunicar também se modificou, as regras de vestuário se tornaram mais maleáveis e os códigos de etiqueta profissional se atualizaram. Só que certas condutas não se alteraram, embora muitas pessoas pareçam não notar. Alguns bons modos hoje são vistos como frescuras e o cavalheirismo tem perdido seu posto, muitas vezes porque o indivíduo acha que ser cavalheiro é sinal de fraqueza. Não cometa esse erro! Ser educado e elegante garante pontos não só em sua vida pessoal, mas principalmente na profissional. Por favor, não estamos sugerindo que você crie uma falsa imagem própria, que pare de agir com espontaneidade e se torne escravo de regras que você não sabe bem para que servem. Queremos apenas mostrar que algumas coisas, além de nunca terem saído de moda, ainda melhoram em muito seu desempenho pessoal e profissional. Podemos começar pelo óbvio – como não jogar lixo no chão (se você não faz isso em casa, então por que acha que poderia fazer em público?), não arrotar alto, não ficar sem camisa à mesa, nunca – em hipótese alguma – usar palito de dentes em público, manter as unhas sempre limpas, não cuspir no chão, não mastigar de boca aberta, falar com o cigarro entre os lábios, usar pratos, copos ou pires como cinzeiros, etc. Mas tudo isso, acreditamos, você está cansado de saber. Saber como atuar nas variadas situações do dia-a-dia e driblar as saias-justas leva a crer que você tem educação, bom-senso e traquejo. E não acredite em quem disser que preocupação com etiqueta é futilidade! Tudo o que incomoda ao outro é considerado falta de modos. Alguns exemplos? Falar alto demais – seja no local de trabalho como em cinemas, teatros ou restaurantes; exagerar no perfume ou esquecer o desodorante; atender o celular aos berros; destratar pessoas em função de sua posição social, cor, raça, etc. Ser elegante reúne consideração e respeito pelas pessoas de um modo geral, some-se a isto, disposição em ser gentil e agradável com todos. O que não significa bajular ou adular ninguém. Pode-se muito bem ser educado, cortês e sociável e, ao mesmo tempo, manter-se autêntico e fiel aos seus valores e preferências pessoais. A autora Cláudia Matarazzo, de “Etiqueta sem Frescura”, afirma que simpatia é fundamental em qualquer situação, embora não haja regras para isso. Com relação ao vestuário, um homem elegante e bem-vestido se apresenta com a roupa e a atitude certas não apenas em casa, mas nas reuniões de trabalho, nos eventos e atividades profissionais de acordo com a situação, a ocasião e a função que exerce. E sabe que um lapso – por menor que seja – pode comprometer seu sucesso. Bom-gosto e senso-crítico são duas palavras-chave para se sair bem na maioria das situações. Isso, quando associadas com a postura, a personalidade e o jeito de ser de cada um. Apostar em cores e cortes clássicos raramente irá colocá-lo em alguma situação complicada. Afinal, não saem de moda nem comprometem o visual. O costume continua campeão absoluto no quesito classe. Nove entre dez mulheres preferem homens de terno e gravata pelo charme, pela sedução e pela masculinidade que inspiram. Sem falar que esta dupla impõe respeito, seriedade e profissionalismo. Dentre as diversas composições que podem ser feitas dentro deste par infalível, a mais perfeita é aquela que combina com o seu jeito de ser – seja ele mais tradicional ou mais moderno. Com tudo isso em mente, antes de sair de casa e encarar mais um dia, repasse algumas regrinhas e lembre-se de ser o mais natural possível. |
Crime e castigo
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Há um mito de que o brasileiro é tolerante com a corrupção, mas há sinais de que essa complacência esteja acabando |
RANDY "DUKE" Cunningham, o prisioneiro 94.405-198 na penitenciária federal em Tucson, no Arizona, cumpre a pena de oito anos e quatro meses à qual foi condenado por corrupção e sonegação do Imposto de Renda. Cunningham, um influente membro da então maioria republicana na Câmara de Deputados, foi acusado de pressionar o Pentágono para contratar fornecedores que lhe haviam pago US$ 2,4 milhões em propinas.
Nos EUA, a imunidade parlamentar não cobre o crime de suborno e não foi preciso licença do Congresso para processar o deputado. Menos de um ano depois da publicação por um jornal da Califórnia de uma reportagem questionando a relação de Cunningham com um empresário, o ex-deputado já estava condenado.
Como parte da sua sentença, Cunningham foi obrigado a entregar ao governo o dinheiro que havia ganho ilegalmente, além de multas.
A prisão de Tucson é para presos de menor periculosidade, mas, nos Estados Unidos, como em outros países civilizados, não há prisão especial para os que têm curso superior. O ex-deputado, oficial da reserva da aviação naval americana com dois mestrados, passa as noites em uma cama beliche num dormitório com mais de cem outros prisioneiros.
No Brasil, a Operação Navalha produziu, mais uma vez, acusações de corrupção contra membros dos Três Poderes. Mas há uma percepção generalizada, e plenamente justificada por episódios passados, de que o corporativismo dos congressistas e um Judiciário leniente evitarão que os acusados sofram maiores conseqüências.
Desde a década de 60, os economistas analisam o crime. O que distingue a análise econômica da criminologia tradicional é o foco no princípio de que os criminosos comparam os custos e benefícios do crime.
Isso não quer dizer que fatores sociais como desigualdade ou cultura são ignorados, pois eles influenciam os custos e benefícios da atividade criminal.
Utilizando métodos estatísticos sofisticados, economistas demonstraram que a probabilidade e a severidade das punições têm um impacto importante na taxa de criminalidade. Esses trabalhos utilizam dados sobre crimes que são facilmente constatáveis, como o roubo ou homicídio, e, porque é difícil medir o nível de corrupção em um país, não existem boas evidências diretas de que um aumento na perspectiva de punição de políticos diminua o suborno. Mas a lógica indica que os corruptores e corruptos são mais sensíveis à punição do que os criminosos comuns. Afinal, um deputado ou empreiteiro tem muito mais a perder com uma longa estadia na prisão do que um ladrão de automóveis.
Há um mito de que os brasileiros são especialmente tolerantes com a corrupção, mas a reação da imprensa e do público demonstra que essa complacência está acabando. É possível que o Brasil esteja passando por uma mudança cultural semelhante à dos Estados Unidos no final do século 19, quando, depois de uma série de escândalos, os americanos começaram a exigir dos seus políticos um nível de honestidade muito mais elevado.
Mas a corrupção da classe política americana só diminuiu quando congressistas passaram leis para combater as negociatas que o Judiciário aplicou rigorosamente. Há fortes indícios de que existem políticos no Brasil que se comportaram como Duke Cunningham. Resta saber se algum deles vai acabar condenado a passar oito anos em uma prisão comum.
Empresas nacionais vivem "apagão" logístico
Aquecimento da economia faz preço de frete subir 20%; indústrias perdem competitividade com falta de meios de transporte
Montadoras não têm como atender a demanda por caminhões novos; custos com logística e transporte equivalem a 13% do PIBFERNANDO CANZIAN
DA REPORTAGEM LOCAL
O aquecimento da economia já provoca gargalos no setor de transporte e logística do país. Há aumentos superiores a 20% nos custos de fretes rodoviários, filas de meses nas montadoras para a compra de caminhões novos e perda de negócios por falhas na entrega de mercadorias no prazo.
Segundo Ruy Hirschheimer, CEO para a América Latina da Electrolux, gigante da área de eletrodomésticos com fábricas em Curitiba (PR), São Carlos (SP) e Manaus (AM), "há falta generalizada de caminhões para o mercado interno e de navios para o externo".
"Estamos deixando de entregar mercadorias e perdendo competitividade. A mercadoria não chega na hora certa, há atrasos nos embarques e custos adicionais por conta disso", diz.
A Electrolux vendeu 26% mais em 2006 e continua crescendo. "O que emperra é a logística." Segundo o empresário, o frete de um eletrodoméstico do porto de Paranaguá (PR) para os EUA custa hoje o mesmo que o de uma mercadoria partindo da China para o mercado norte-americano, mesmo sendo a distância muito maior.
No moinho Pacífico, o maior da América Latina e que movimenta 30 mil toneladas/mês de trigo, os custos com transporte terrestre já foram majorados em 20% desde janeiro.
"Há uma pressão sistemática de custos na área de transporte", afirma Lawrence Pih, presidente do Pacífico. Segundo ele, os preços maiores com logística estão sendo compensados pela desvalorização do dólar, já que 70% do trigo consumido no Brasil é importado.
Em vários setores, as expectativas futuras de aumentos de produção e de demanda das empresas não batem com os investimentos previstos pelo país em infra-estrutura, seja em transporte ou em energia.
Na semana passada, o presidente da Vale do Rio Doce, Roger Agnelli, disse não poder "planejar nada a partir de 2011, 2012 porque não há recursos energéticos suficientes".
O próprio governo federal reconhece só ter gasto até agora 3,5% dos recursos previstos para investimentos em infra-estrutura no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
Deficiências
Segundo o Centro de Estudos em Logística, ligado à UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), os custos com transporte e logística no país equivalem a 12,75% do PIB (Produto Interno Bruto), enquanto nos EUA são de 8,20%.
Por deficiências de logística, exportar uma tonelada de soja do Brasil para a China -do norte de Mato Grosso, via porto de Paranaguá- custa hoje US$ 18 (R$ 34) a mais do que fazer o mesmo do Estado norte-americano de Iowa, segundo levantamento da CNI (Confederação Nacional da Indústria).
A entidade projeta que só para o transporte de minério de ferro haverá aumento de 65% na demanda por ferrovias nos próximos quatro anos. Para produtos siderúrgicos, de 18%.
"Há um risco iminente de novos gargalos, com uma pressão generalizada por reajuste nos fretes de carga", diz Renato Voltaire, diretor da Anut (Associação Nacional dos Usuários de Transporte de Carga).
O Brasil é extremamente dependente do transporte rodoviário, com cerca de 60% de toda a carga transportada movimentada por caminhões (contra 26% nos EUA). Já o transporte ferroviário (a maior parte destinado ao minério de ferro) representa apenas 23% no Brasil -40% nos EUA.
Segundo a Anfavea, que reúne as montadoras de caminhões, a "realidade do mercado hoje é de filas de compradores e gargalos na produção". O mesmo se dá no setor agrícola, onde a demanda por tratores e colheitadeiras subiu 29% no primeiro quadrimestre do ano.
Entre janeiro e abril foram licenciados 27.623 caminhões novos, 20% a mais do que em igual período de 2006. A demanda por caminhões semipesados chegou a subir 31%.
Para o diretor do Departamento de Infra-Estrutura da CNI, José de Freitas Mascarenhas, "o Brasil hoje não tem um sistema para cuidar da infra-estrutura. Só o Ministério dos Transportes, que se encarrega de obras cujos resultados vemos aí", diz, em referência aos recentes escândalos e desvios em obras revelados pela Operação Navalha, da Polícia Federal.
O cérebro: maleável, capaz, vulnerável
Do Science Times
Em geral, nas livrarias, a seção de ciências fica bem longe da seção de auto-ajuda, com a dura realidade em uma estante e o pensamento otimista na outra. Mas a sinopse de Norman Doidge da atual revolução na neurociência, "The Brain That Changes Itself: Stories of Personal Triumph From the Frontiers of Brain Science" (O cérebro que se muda: histórias de triunfo pessoal das fronteiras da ciência cerebral) cobre essa distância: a antiga distinção entre o cérebro e a mente está se desfazendo rapidamente, na medida em que o poder do pensamento positivo finalmente ganha credibilidade científica. O credo dessa revolução é a neuroplasticidade - a descoberta que o cérebro humano é tão maleável quanto uma massa de argila úmida, não só na infância, como os cientistas sabem há muito, mas em qualquer idade.
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Na neurociência clássica, o cérebro adulto era considerado uma máquina imutável, tão maravilhosamente precisa quanto um relógio em uma caixa trancada. Toda parte tinha seu propósito específico, nenhuma podia ser substituída ou consertada, e a máquina estava destinada a progredir em um ritmo constante até suas engrenagens corroerem com a idade.
Agora, técnicas experimentais sofisticadas sugerem que o cérebro é mais como uma criatura marítima animada da Disney. Vazando constantemente em várias direções, é aparentemente capaz de responder aos ferimentos com uma reorganização funcional impressionantemente, e às vezes pode de fato se reconfigurar com o pensamento, em um fenômeno de 'verbo que se torna carne' muito mais característico de Lurdes do que dos Institutos Nacionais de Saúde.
Então é perdoável que Doidge, um psiquiatra canadense e autor de ciência vencedor de prêmios, reconte as conquistas dos "neuroplásticos" como ele chama os neurocientistas envolvidos nesses novos estudos, com uma reverência abismada. As descobertas de fato são inovadoras, milagreiras, que transformam a realidade e têm implicações não apenas para pacientes individuais com doenças neurológicas, mas para todos os seres humanos, sem mencionar a cultura, o aprendizado e a história humana, como Doidge observa.
E tudo isso a partir do fato de que os circuitos eletrônicos em uma pequena massa de tecido cinzento são perfeitamente acessíveis para qualquer técnico com os instrumentos corretos.
Para os pacientes com danos cerebrais, a revolução traz apenas boas notícias, como Doidge descreve em diversos exemplos. Uma mulher com dano no sistema vestibular do ouvido interno, onde reside o sentido do equilíbrio, sente como se estivesse em queda livre, caindo pelo espaço como um banhista sendo puxado sob a onda no mar. Em um laboratório de neurociências, ela coloca um conjunto de eletrodos na superfície de sua língua e um chapéu duro com fios na cabeça, e a sensação de queda pára. O aparato é conectado a um computador para criar um sistema vestibular externo, que substitui o danificado enviando os sinais adequados para seu cérebro pela língua.
Mas isso não é tudo. Após um ano de sessões com o aparelho, ela não precisa mais dele: seu cérebro se reestruturou e fez um desvio do sistema vestibular danificado com um novo circuito.
Um cirurgião em seus 50 anos sofreu um derrame que o debilitou. Ele é um dos primeiros pacientes a se inscreverem em uma clínica de reabilitação guiada por princípios de neuroplasticidade: seu braço bom é imobilizado, e ele vai limpar as mesas. A princípio, a tarefa é impossível; depois, o braço ruim lembra suas capacidades. Ele aprende a escrever novamente; joga tênis novamente: as funções das áreas do cérebro mortas no derrame se transferiram para regiões saudáveis.
Um amputado tem uma coceira bizarra na mão que falta: como não dá para coçar, a sensação atormenta-o. Um neurocientista descobre que as células do cérebro que recebiam dados da mão agora estão dedicadas ao rosto do homem; uma boa coçada na bochecha alivia a coceira. Outro amputado tem 10 anos de dores "fantasma" terríveis, em seu cotovelo amputado. Quando coloca o braço bom em uma caixa com espelhos, ele parece reconhecer o braço que falta e pode finalmente esticar o cotovelo. Depois de um mês, seu cérebro reconhece seus circuitos danificados, e a ilusão do braço e a dor desaparecem.
A pesquisa sobre a maleabilidade do cérebro normal não é em nada menos impressionante. Voluntários aprendem a tocar uma seqüência de notas no piano e desenvolvem mudanças características na atividade elétrica do cérebro; quando outros voluntários sentam-se na frente do piano e apenas pensam em tocar as mesmas notas, a mesma mudança ocorre. É o virtual tornado real, uma quantificação sólida do poder do pensamento.
Destes dados experimentais ainda relativamente primitivos, é possível construir teorias para toda a experiência humana: a criatividade e o amor, o vício e a obsessão, a raiva e o sofrimento - tudo, presumivelmente, resulta de associações elétricas distintas que podem ser manipuladas pelo próprio cérebro e pelos cérebros dos outros, para melhor ou para pior.
Pois a neuroplasticidade também pode se provar uma maldição. O cérebro pode pensar e criar rotas, com hábitos elétricos tão difíceis de erradicar como se fossem, de fato, a máquina imutável de antes. Algumas vezes "bloqueios" podem ser criados para ajudar a levar a atividade na direção desejada (como atar o braço bom do paciente de derrame). Algumas vezes, recriar os circuitos requer trabalho cerebral duro; Doidge cita a análise freudiana bem sucedida de um de seus pacientes.
E é claro, as implicações da reconstrução externa do cérebro humano são ameaçadoras pois, se o cérebro é maleável, também é infinitamente vulnerável, não só aos seus próprios erros mas também às ambições e excessos de outros, sejam pais desorientados, modistas culturais bem intencionados ou líderes nacionais despóticos. A nova ciência do cérebro pode estar em sua infância, mas as mentes científicas já estão pulando à frente, como deixa claro Doidge.
O Brasil é campeão em perder oportunidades de expandir sua influência mundia. Olha só a falta de compromisso do país com algo importante, a construção da estação espacial.
Brasil está fora do projeto da estação espacial
Segundo especialista americano em política espacial, é tarde demais para voltar atrás.
País tem acordo desde 1997, mas jamais entregou peças do complexo orbital.
O Brasil está fora do projeto de construção da Estação Espacial
Internacional (ISS). Após quase dez anos de participação, mas sem nunca
ter contribuído com um único parafuso para o programa, o País perdeu
definitivamente a chance de assinar seu nome na lista de fabricantes da
base orbital. Segundo o especialista John Logsdon, diretor do Instituto
de Políticas Espaciais da Universidade George Washington e membro do
Comitê de Conselho da Nasa, “já é tarde demais para o Brasil fazer
qualquer coisa, a não ser tornar-se um usuário da estação”.
“Apesar de ser improvável que a Nasa vá tomar qualquer atitude formal para cancelar seu contrato com a Agência Espacial Brasileira, o Brasil não aparece mais em seus documentos como um contribuinte da ISS”, disse Logsdon. “Na prática, portanto, o Brasil não faz mais parte da parceria da estação.”
Após uma série de atrasos e complicações causadas pelo acidente com o ônibus espacial Columbia, em 2003, a meta do consórcio internacional da ISS, formado por 16 países (agora 15), é concluir a montagem da estação até 2010. O Brasil entrou para o projeto em outubro de 1997, incumbido da produção de seis peças, no valor de US$ 120 milhões - um acordo que se mostrou muito além da capacidade orçamentária da Agência Espacial Brasileira.
Em troca da produção das peças, o País ganharia direitos de utilização da base para o envio de experimentos científicos e de um astronauta brasileiro por tempo predeterminado. O contrato foi revisto e reduzido significativamente ao longo dos anos. Nada jamais foi construído.
fonte: www.globo.com
Cotas na UnB: gêmeo idêntico é barrado
Universidade usa o critério cor para selecionar os candidatos cotistas.
Segundo a UnB, a análise do recurso será anunciada no dia 6 de junho
No processo de seleção para o sistema de cotas na UnB, adivinha só o que aconteceu! Gêmeos univitelinos, ou seja , idênticos tiveram resultados doferentes na seleção para o sistema de cotas. Filhos de pai negro e de mãe branca, os irmãos gêmeos univitelinos Alex e Alan Teixeira da Cunha, de 18 anos, não tiveram a
mesma sorte ao se inscrever no sistema de cotas para o vestibular do
meio do ano da Universidade de Brasília (UnB): Alan foi aceito pelos
critérios da universidade e Alex não.
Que barbaridade!!!
A reportagem completa está no site: http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL43786-5604,00.html




vc tah escrevendo heim, rapaz...Parabéns, acho q tah ficando do jeito q vc queria...aparece lah no meu tb..... http://evzen.vox.com read more
on Algo que eu já sabia faz tempo.......!!